domingo, 27 de setembro de 2009

No Limite


Vivo no limite da arma

Do bandido e do policial

De quem ataca e de quem deveria defender

No limite da minha digestão

De saber digerir a podridão

De quem deveria ensinar a ser saudável

Vivo no limite da compaixão

Dos egoístas que não sabem dar

A quem merece receber

Vivo no limite da falta de vergonha

Dos ternos eleitos que ensinam a roubar

E dos pés descalços que não sabem entender

Vivo no limite do amor e do ódio

Da vontade de mudar e do ócio

De viver com dor e aprender a sorrir

De ser brasileira e nunca poder desistir.


BRASIL: NO MEU CORAÇÃO E NA MINHA PELE!


Depois de meses... volto a escrever, volto a minha paixão, volto de fato a SER!


domingo, 2 de novembro de 2008

Ponto

Palavras já não saiam mais... Nem sei também se elas seriam capazes de amenizar qualquer coisa. Fui me sentindo esgotada, ja sem argumentos de explicar que 'não era bem assim'. Mas era o que eu tinha passado para aquelas pessoas. Durante muito tempo fui sendo intensa, cada dia mais intensa, sem parar para "cair na real" (ouvi que é quando tudo da errado). Foi quando chegou a hora de absorver tudo o que diziam, carregar as culpas que me cabiam (e até as que cabiam a terceiros), me calar e deixar tudo que tava guardado sair de algum jeito, entre gritos e lagrimas.
Vi o quão dificil é ser humano... Se livrar do orgulho, saber desculpar, evitar julgamentos, ser sincera... Da muito trabalho! Botar um sorriso no rosto e fingir o 'tudo bem' é tão mais fácil. Mas o mais fácil nem sempre (alias quase nunca) é o melhor caminho. Era preciso enfrentar a mim mesma. Era necessario parar e olhar pra mim, e pra quem estava a minha volta. Fui aos poucos enxergando que a vida é muito mais complexa para ser compreendida entre 'certo ou errado', as entrelinhas são mais densas do que o mero 'ponto parágrafo'.

domingo, 26 de outubro de 2008

Back To Black

Sempre soube que tinha a memória falha... Mas ela nunca tinha me faltado num momento que me fizesse parar pra pensar sobre este disturbio. Até que percebi que perdi a senha do meu primeiro blog "O Livro do Poeta Que Me Resta"... Fiz outro. Esqueci de novo. E desse segundo não lembro nem o nome... Ok. Esta é uma terceira tentativa. Desta vez a senha esta anotada na porta do meu armario. E é por aqui que voltarei a expor todas as minhas teorias, teses, criticas, elogios, explicações, vivencias... Enfim, aquela suruba de ideias que é a minha cabeça.
Pode entrar...